sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Turismo em Bom Jesus da Lapa, a Romaria e a economia

Turismo de Bom Jesus da Lapa

A cidade de Bom Jesus da Lapa abriga diversos pontos turísticos, como:

  • Passeio turístico de lancha pelo rio São Francisco, passando debaixo da ponte Gercino Coelho, a Barrinha (lado oposto do Rio) onde se pode descer e saborear um delicioso peixe frito com uma vista deslumbrante e panorâmica do Rio São Francisco. Também se pode tomar um banho às margens do rio.
  • Gruta do Bom Jesus e a de N Sª. da Soledade e demais grutas que se encontram entranhadas no morro. Durante o período de romaria, missas são realizadas todos os dias em todos os turnos. Logo na porta, se pode encontrar inúmeras barraquinhas com diversos artigos religiosos.
  • Subir o morro da Lapa. Entretanto, há dois caminhos, embora ambos dão acesso ao topo do morro, onde se encontra o cruzeiro e estátuas de tamanho natural relatando a última estação da Via Cruzes. Mas esse trajeto é apenas aconselhável a pessoas que tem boas condições físicas, pois o caminho do morro é extenso e um pouco cansativo devido às pedras irregulares e lisas.
  • Praça Marechal Deodoro da Fonseca (praça da antiga Prefeitura Municipal). Sua programação noturna é muito animada, principalmente no período de romaria que compreende de julho à setembro. Há muitos restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, parque de diversão, barraquinhas que vendem diversos tipos de coisas e geralmente são realizados shows de pequeno porte.
  • Assistir ao pôr do sol: com rajadas de cores diversas, proporciona uma bonita vista da natureza e da bênção Divina. Neste momento da Ave-Maria, o Santuário do Bom Jesus costuma ecoar a música de Gounod ou Schubert em homenagem à Maria, mãe de Jesus Cristo.
Turismo religioso
  • Centro – É o bairro mais movimentado de toda a cidade. Nele estão os principais pontos comerciais da cidade: farmárcias, supermercados, clínicas particulares, bancos, casas lotéricas etc. Também comporta o Santuário do Bom Jesus, a praça Marechal Deodoro (antiga praça da prefeitura), a Câmara de Vereadores, algumas secretarias, o Hospital Municipal Carmela Dultra, a sede da CODEVASF e a Filarmônica Euterpe Lapense.
  • São Gotardo – Abriga escritórios de advocacia e a lagoa do São Gotardo, que, ainda hoje, alaga as casas adjacentes em períodos chuvosos.
  • Amaralina - Considerado um dos bairros nobres da cidade, por conter casarões e ser muito calmo, nele pode-se encontrar o Ginásio de Esportes do município, o Estádio Benjamim Farah, o campus da Universidade do Estado da Bahia - UNEB e a Catedral Nossa Senhora do Carmo (em construção).
  • João Paulo II – É um bairro humilde localizado entre a Amaralina e a Vila Nova. Continha casinhas padronizadas, escolas municipais e estaduais e pessoas de baixo poder aquisitivo. Porém atualmente se tem uma população diversificada podendo assim ser conter pessoas de alta renda. Além das melhorias realizadas nesse tempo que tornou o bairro mais rico e melhor visto pela população em geral.
  • São João - Nele se encontram o Colégio e a Biblioteca Pública Estadual Luís Eduardo Magalhães, o aeroporto da cidade com vôos para Salvador, Guanambi e Barreiras e alguns vôos particulares para Brasília e demais capitais, o Fórum Bernadino de Souza e é onde acontece anualmente uma das festas juninas mais animadas da cidade. Pode se encontrar também a igreja do São João.
  • Maravilha I & II – São bairros recém formados,e receberam pavimentação recentemente, mas estão se desenvolvendo.
  • Beira Rio – Bairro de classe média baixa, é próximo ao Mercado Municipal. Abriga o cáis do Rio São Francisco. Há um calçadão ao redor do rio onde dá acesso ao Santuário do Bom Jesus.
  • Cavalhadas – É próximo ao Beira Rio e ao Iraque. É bem simples e nele encontra-se uma pracinha.
  • Barrinha – Localiza-se do outro lado do rio. Um bairro distante da cidade, mas com uma vista deslumbrante para o Rio São Francisco.
  • João Paulo II - Lá se encontra uma Feira Livre, realizada aos domingos, também temos as escolas municipais Agenor Magalhães, Martinha Gonçalves além das estaduais Maria Vitalina Maria de Jesus e Isabel Bonfim, acontece anualmente o Arraiá da Catarina realizado na Rua Santa Catarina.
  • Jurema – Um bairro distante da cidade, não é calçado.
  • Nova Brasília - O bairro mais próximo a gruta do Bom Jesus, recebe em torno de 1 milhão de pessoas todos os anos na festa do Bom Jesus e de Nossa Senhora da Soledade, é um bairro considerado periférico pois suas ruas são muito pequenas e suas casas mal construídas mas é de extrema importância para a cidade, nele se encontram o cais e uma das agências dos Correios.
  • Parque Verde - É um bairro arborizado, além de ser povoado e ficar ao lado da entrada da cidade, serve como rota de escape para os veículos que querem chegar ao interior do município sem passar pelo trânsito do centro.
  • Vila Maia - E considerado um dos bairros mais pobres da cidade pois lá não existe nenhum tipo de pavimentação, seus esgotos são a céu aberto a muita dificuldade para se encontrar algo lá que é o bairro mais distante do centro.
  • Lagoa Grande – Localizado na saída da cidade. Abriga o aeroporto da cidade e a rodoviária.
  • Bairro Magalhães Neto - Bairro vizinho ao João Paulo II, lá encontramos a Praça do Magalhães Neto além da Igreja de São Miguel.

Ainda hoje a crença Católica é muito forte na cidade e isso se reflete nas inúmeras igrejas espalhadas por todos os bairros. Os festejos do Bom Jesus da Lapa no Santuário com um tema a cada ano leva muitas pessoas à cidade.

Economia

Suas atividades econômicas estão baseadas na agricultura, comércio, turismo e pesca. A cidade de Bom Jesus da Lapa concentra a segunda maior festa religiosa católica do Brasil, no mês de agosto, conhecida como a procissão ou romaria do Bom Jesus em que atrai milhares de fiéis todos os anos, por este motivo é conhecida como a “Capital Baiana da Fé”.

As Placas Tectônicas

Uma placa tectônica ou tectónica é uma porção da litosfera limitada por zonas de convergênciazonas de subducção e zonas conservativas. A Terra atualmente tem 12 placas tectônicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria da tectônica de placas, as placas tectônicas são criadas nas zonas de divergência, ou "zonas de rifte", e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terremotos e erupções vulcânicas. São reconhecidas 52 placas tectônicas, 14 principais e 38 menores.

limites convergentes


Convergência crosta oceânica-crosta continental. 
São, de modo geral, zonas de subducção, onde as placas se encontram e explodem. Uma delas mergulha por debaixo da outra (sempre a mais densa) e regressa à astenosfera. Existem três tipos de convergência:
Quando isso acontece, normalmente formam-se fossas abissais. Um exemplo é a fossa Peru-Chile, onde a placa de Nazca mergulha sob a placa Sul-americana.  A zona de convergência entre uma placa oceânica e uma placa continental é chamada de margem continental ativa. Isto acontece porque a crosta oceânica é mais densa que a crosta continental, deste modo imerge.
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  • Convergência crosta oceânica-crosta oceânica
Nesses casos, formam-se arcos vulcânicos, como nas ilhas Marianas (placa do Pacífico e placa das Filipinas)
  • Convergência crosta continental-crosta continental
Nestes casos é muito difícil que uma placa mergulhe sobre a outra por causa da densidade de alguns elementos. Às vezes uma placa sobrepõe-se sobre a outra, num movimento de obducção.  Pode ocorrer também a colisão entre as placas e a formação de cadeias de montanhas. O exemplo mais conhecido é o choque da placa Euro-Asiática com a indiana, que deu origem à cadeia dos Himalaias.

Limites divergentes

Resultado de imagem para as placas tectonicas LIMITES DE CONVERGENCIATambém chamados cristas em expansão ou margens construtivas, porque nesses limites está sendo aumentada a crosta oceânica, a partir de magma vindo do manto, causando o afastamento das placas tectônicas. São exemplos de formações de limites divergentes as cordilheiras submarinas meso-oceânicas.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

BAHIA SUA HISTÓRIA

A Bahia é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situada no sul da Região Nordeste, fazendo limites com oito outros estados brasileiros - o estado que mais faz divisas: Minas Gerais a sul, sudoeste e sudeste, Espírito Santo a sul, Goiás a oeste e sudoeste, Tocantins a oeste e noroeste, Piauí a norte e noroeste, Pernambuco a norte e Alagoas e Sergipe a nordeste. A leste, é banhada pelo Oceano Atlântico e tem, com novecentos km, a mais extensa costa de todos os estados do Brasil com acesso ao Oceano Atlântico. Ocupa uma área de 564 733,177 km², sendo pouco maior que a França. Dentre os estados nordestinos, a Bahia representa a maior extensão territorial, a maior população, o maior produto interno bruto, o maior número de municípios.
A capital estadual é Salvador, terceira cidade mais populosa do Brasil. Além dela, há outras cidades influentes na rede urbana baiana, como as capitais regionais Feira de Santana, Vitória da Conquista, Barreiras, o bipolo Itabuna-Ilhéus e o bipolo Juazeiro-Petrolina, sendo esta última, um município pernambucano e núcleo, junto com Juazeiro, da RIDE Polo Petrolina e Juazeiro. A essas, somam-se, por sua população e importância econômica, três municípios integrantes da Grande Salvador: Camaçari, Lauro de Freitas e Simões Filho; e os municípios interioranos de Jequié,Teixeira de Freitas, Alagoinhas, Santo Antônio de Jesus, Eunápolis,Porto Seguro e Paulo Afonso.
Parte mais antiga e um dos primeiros núcleos de riqueza açucareira da América Portuguesa, recebeu a Bahia imenso contingente e enorme influência de trabalhadores compulsórios africanos, trazidos pelos colonizadores europeus para seus engenhos e fazendas, em especial do Golfo da Guiné, das antigamente chamadas costas dos escravos, da pimenta, do marfim e do ouro, no oeste africano, com destaque para o país iorubá e o antigo reino de Daomé. Diferentemente disso, muito depois, o Rio de Janeiro recebeu escravos de Angola e Moçambique. Assim, a influência da cultura africana na Bahia permaneceu alta na música, na culinária, na religião, no modo de vida de sua população, não só ao redor de Salvador e Recôncavo baiano, mas, principalmente, em toda a costa baiana. Um dos símbolos mais importantes do estado é a da negra com o tabuleiro de acarajé, vestida de turbante, colares e brincos dourados, pulseira, saias compridas e armadas, blusa de renda e adereços de pano da costa, a típica baiana.
Resultado de imagem para bahiaFoi na Bahia, entre Santa Cruz de Cabrália e Porto Seguro, que a frota de Pedro Álvares Cabral ancorou, no ano de 1500, marcando o descobrimento do Brasil pelos europeus e a celebração da primeira missa, na praia da Coroa Vermelha, feita por frei Henrique Soares de Coimbra. É de se destacar também o decreto de abertura dos portos às nações amigas, promulgada em 28 de janeiro de 1808 por meio de uma Carta Régia pelo príncipe regente D. João VI de Portugal, na Capitania da Baía de Todos os Santos, acabando com o monopólio comercial e abrindo a economia brasileira para o comércio exterior. Em 1º de novembro de 1501, o navegante florentino Américo Vespúcio, a serviço da Coroa portuguesa, descobriu e batizou a Baía de Todos-os-Santos, maior reentrância de mar no litoral desde a foz do Rio Amazonas até o estuário do Rio da Prata. A povoação formada nessas margens tornou-se a primeira sede do governo-geral em março de 1549 com a chegada do fidalgo Tomé de Sousa, a mando do rei D. João III de Portugal para fundar a que seria, pelos próximos 214 anos, a cidade-capital da América portuguesa, Salvador.
Ao longo da história, a Bahia recebeu diversos encômios como Boa Terra e Terra da Felicidade, por causa de sua população alegre e festiva. Possui um alto potencial turístico, que vem sendo muito explorado através de seu litoral, o maior do Brasil, da Chapada Diamantina, do Recôncavo e de outras belezas naturais e de valor histórico e cultural.
Apesar de ser a oitava maior economia do Brasil, com o produto interno bruto superior a R$ 150 bilhões, são pouco mais de R$ 11 mil de PIB per capita. Isso gera um quadro em que a renda é mal distribuída, se refletindo no Índice de Desenvolvimento Humano: 0,66 em 2010, o sexto menor do Brasil, equivalente ao Índice de Desenvolvimento Humano de 2010 do Egito.
Na Bandeira do Brasil, o estado da Bahia é representado pela estrela Gamma Crucis (? Crucis) da constelação do Cruzeiro do sul.